A vacina utilizada nesse público será a da Janssen, que tem a característica de ser dose única, diferente das demais vacinas aprovadas e em uso no país, em que são necessárias duas doses.
A justificativa do prefeito é de que as ilhas têm difícil acesso, e por isso o mais viável é que sejam utilizadas na população desses locais a vacina em dose única.
"Dessas doses da Janssen, separamos 7 mil doses para população em situação de rua, porque vamos às ruas vacinar essas pessoas e não é fácil aplicação de primeira dose e segunda dose", justificou o prefeito.
As equipes responsáveis pela imunização das pessoas em situação de rua serão as lotadas nos consultórios na rua, que já prestam atendimentos médicos e de assistência à saúde nesse público. "São essas equipes que vão aplicar as vacinas, se houver recusa, a equipe de abordagem da Sempre [Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Espor e Lazer], que vai acompanhar também e sabe dialogar, vão fazer um processo de convencimento, a vacina não é obrigatória, mas vamos fazer de tudo para convencer que aceitem ser vacinados", comentou o prefeito sobre a estratégia que será utilizada. BN

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