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| Foto: Divulgação |
Pesou na decisão do ministro a ação controlada realizada por um delator, na cidade de Barreiras, no oeste baiano, no dia 17 de junho. Na ocasião, Luiz São Tadeu foi gravado exigindo o pagamento de aproximadamente R$ 2,2 milhões, previstos em cartas de sacas de soja. Os valores, segundo São Tadeu, seriam destinados a Sérgio Humberto, mesmo estando preso, para pagar dívidas .
“Há, portanto, elementos de informação atuais sugerindo que, uma vez colocado em liberdade, o acusado poderia colocar em risco a ordem pública e a aplicação da lei penal, já que, mesmo encarcerado, aparentemente não estancou a dinâmica criminosa”, diz o ministro na decisão. Para Og, é prudente manter a prisão do magistrado no momento “por apresentar-se como a única medida necessária e adequada para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal”. (BahiaNotícias)

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