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Polícia ouve os suspeitos do ataque ao ônibus do Bahia

 

Hugo Garotti é suspeito de ter participado do ataque ao ônibus do Bahia (Foto: Arisson Marinho/CORREIO)

A Policia Civil inicia as investigações e ouve os três suspeitos de envolvimento no ataque ao ônibus do Bahia na noite da última quinta-feira (24), antes da partida contra o Sampaio Correia na Copa do Nordeste. 

Os três são integrantes da Bamor, a principal torcida organizada do clube.Eles foram identificados após análise das imagens de uma câmera de segurança da Avenida Bonocô, que flagrou o momento do crime. 

Na gravação, é possível o momento em que os suspeitos saem de dois carros, lançam os explosivos contra o ônibus tricolor, retornam aos veículos e fogem. Segundo a polícia, um dos veículos é do presidente da Bamor, Half Silva, que já prestou depoimento.

O advogado da Bamor, Otto Lopes, alega que ele sequer estava em Salvador no momento do crime. Hugo Garote e Marcelino Neto, mais conhecido como Netinho, são os outros dois integrantes da Bamor que prestaram depoimento. Logo após o ataque, a torcida organizada emitiu uma nota repudiando o ataque e pedindo punição aos envolvidos.

De acordo com o tenente-coronel da Polícia Militar, Elberto Vinhático, o ataque foi planejado. O explosivo lançado contra o ônibus atravessou o veículo e atingiu o carro da professora Cristiane Barroso. 

O veículo foi bastante danificado, mas ela não se feriu. O crime aconteceu pouco antes da partida contra o Sampaio Corrêa, pela Copa do Nordeste. O técnico Guto Ferreira relatou os momentos de tensão durante o ataque. O governador da Bahia, Rui Costa, e o prefeito de Salvador, Bruno Reis, repudiaram o ataque e pediram rigorosa apuração dos fatos. 

Diversos clubes brasileiros, além da Federação Bahiana de Futebol e da Conmebol, a Confederação Sul-Americana de Futebol, prestaram solidariedade ao esquadrão.


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