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Pix da Record: vendedor de milho do Subúrbio que não recebeu doações é ameaçado por agiota

 


O vendedor de milho de 38 anos, Adriano Dias Lima, que trabalhava na Praça do Sol no bairro de Periperi e morava em Nova Constituinte, teria sido mais uma vítima do “Esquema do Pix da Record Bahia”

Dois jornalistas da empresa estão sendo investigados por suspeita de desvio das doações. O montante seria de R$800 mil. As informações são do Plantão Notícias 24h.

Neste domingo (12), o trabalhador afirmou que não recebeu as doações que teriam sido feitas por telespectadores após seu caso ser repercutido no programa Balanço Geral.

“Eu tive a minha casa arrombada em 26 de setembro de 2022 e dia 27 eu estava na 5a delegacia registrando a queixa. Levaram tudo. 

Aí a reportagem estava lá e viu a história. A repórter perguntou se poderia fazer uma matéria e foi na minha casa. 

Colocaram o caso ao vivo, deram o Pix da produção, aconteceram várias doações e aí disseram que em oito dias estariam lá na minha casa de novo para fazer as doações. Nunca retornaram”, pontua.

Adriano disse que entrou em contato com a emissora diversas vezes via Instagram e também por telefone, mas segundo ele, não houve retorno.

“Todo mundo assistiu. Zé Eduardo falou ao vivo que tiveram várias doações em dinheiro, que tinha uma quantia boa em dinheiro, e também materiais para mim. Isso era para eu recomeçar a minha vida. Não deram nada, não deram retorno”, afirma.

Pai de quatro filhos, o vendedor acrescenta que, após a reportagem, pediu dinheiro emprestado a um agiota para comprar um fogão industrial emprestado.

 Porém, não conseguiu pagar, já que não recebeu as doações. Resultado: Adriano foi ameaçado de morte e precisou sair de Periperi com a família.

“Tentaram me matar duas vezes. Quando o agiota viu a reportagem achou que eu estava com o dinheiro”, revela.

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