Alguns pais e políticos defendem que ter policiais militares nas unidades de ensino inibe os ataques, deixando professores, funcionários e alunos mais seguros.
“No dia que a Polícia entrar na escola é porque a escola perdeu. No dia que você permite que a ideia de educação seja ‘colocar ordem’. Já basta que usamos farda.
Os nossos estudantes usam farda, os alunos têm que ficar em fila. Isso é coisa de militar. Militar tem as tarefas dele, mas a tarefa do militar não pode ser na escola. Escola precisa ser o local da democracia, da arte, do conhecimento”, defendeu Uberdan.
Vale ressaltar que a discussão sobre a presença militar no ambiente escolar aumentou após os recentes ataques que aconteceram no Brasil, a exemplo do que ocorreu no último dia 5 de abril, em Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, na creche Cantinho Bom Pastor, e do ataque a escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, no dia 27 de março, onde crianças e professores foram mortos após invasões. blogdovalente

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