Segundo a nova versão, o menino morto teria dado três tiros durante o trajeto – não tendo disparado nenhum após o carro ter batido. Nesse momento, os policiais atiraram.
Em depoimento prestado na madrugada, o menino de 11 anos teria confirmando que o colega, Italo, realizou dois disparos enquanto dirigia o carro e um terceiro após bater.
“Pelo depoimento, no final, ele não teria atirado. E sim a polícia. Naquele momento final não houve confronto”, disse o advogado Ariel de Castro, que acompanhou o depoimento.
Segundo informações, os dois meninos já tiveram ao menos três ocorrências de roubo neste ano. Nos três registros policiais, eles não portavam armas.
Foram um roubo a uma bicicleta no parque do Ibirapuera, em janeiro, e furtos em um hotel, em abril, e a um condomínio. Este último no dia 28 de maio, quando eles quebraram o vidro de um veículo.
Fonte: Folha

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