Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que o inquérito foi relato à Justiça em dezembro de 2015. O caso era tratado sob sigilo e a assessoria não respondeu quantos depoimentos foram colhidos no inquérito. O Departamento de Polícia Judiciária (Deinter-2) afirma que todos es esforços foram feitos para chegar aos culpados.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) confirmou que os autos foram arquivados em abril deste ano, a pedido do Ministério Público, e permanecerão assim até que "novas provas sejam apresentadas ou ocorra a prescrição".
O pai de Daleste, Rolland Pelegrine, lamentou a falta de resolução. "Como pode uma coisa dessa? A gente fica sem saber o que fazer na verdade. Tenho esperança, a gente fica meio desorientado, a dor é muito forte. Não vai aliviar (o esclarecimento do crime), mas a gente fica no escuro", disse.(Correio)

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