Um morador ouvido pelo CORREIO contou que próximo das 20h ouviu dois tiros antes do início da fumaça. "Depois, veio o fogo alto. Foi um fumaceiro retado. A gente achou que um dos condomínios tinha pegado fogo", disse o homem, sem de identificar. Outro morador da região disse que a fumaça podia ser vista de longe. "Era uma fumaça preta. Imaginei que era algo pegando fogo, mas não sabia que era alguma coisa assim", contou, também de forma anônima.
Devido as condições do corpo, a vítima ainda não foi identificada. "Se tinha alguma documentação foi queimada. O corpo pode também ter sido amarrado, estava com as mãos para trás, mas se havia algo amarrando também foi incinerado. Não restou nada do carro, só a carcaça", detalhou a delegada Maria Andrade.
(Foto: Thais Borges/CORREIO)
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Agentes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) que realizaram a perícia do crime, por volta das 10h deste domingo, identificaram que o corpo apresenta uma lesão na cabeça e devem apurar se a morte foi decorrente dessa lesão ou das queimaduras. O instrumento que provocou a lesão ainda é desconhecido.
O caso será investigado pela 2ª Delegacia de Homicídios (Central). O sistema de veículos da Secretaria Nacional de Segurança Pública não acusa que o carro tenha sido roubado - antes de ser queimado, a cor do veículo era vermelha. (Correio)

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