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Soldado da Operação Gêmeos é 41º policial ferido este ano na Bahia

O soldado da Polícia Militar lotado na Operação Gêmeos, que foi baleado durante um assalto no bairro do Santo Antônio na noite desta quinta-feira (1º), é o 41º policial ferido na Bahia este ano em situações de troca de tiros, assaltos, tentativas de assalto ou atentados. Os números foram levantados pelo CORREIO com base em casos noticiados até esta sexta-feira (2).
Dos 41 feridos, 18 morreram. O soldado, que não teve o nome divulgado para preservar sua segurança, é o 23º sobrevivente. Dos 23 feridos, 20 são policiais militares e outros três são policiais civis. Em nove dos casos, os policiais ficaram feridos em assaltos ou tentativas de assalto.
Apenas uma mulher está entre os feridos. Houve situações, ainda, em que  os policiais foram baleados depois de reconhecidos como tal. A Polícia Militar disse que não divulga dados referentes a policiais feridos, já que são informações sigilosas de investigações da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA).
Mortos
De acordo com números divulgados pela PM, até esta sexta-feira (2), 13 policiais militares foram assassinados na Bahia. Quatro deles estavam inativos, ou seja, eram da reserva ou reformados, e nove estavam na ativa - destes, oito foram mortos fora de serviço.
A PM não contabiliza o caso do soldado Arlen Vinícius Pena da Cruz, morto no dia 31 de maio deste ano em confronto com policiais do BOPE em Feira de Santana. Ele era suspeito de liderar uma quadrilha que atuava no tráfico de drogas na região.
Além dos PMs, foram mortos também o delegado da Polícia Civil Luiz Carlos Ribeiro Couto, em abril, em Lauro de Freitas, o ex-policial civil Wilson Renovato, assassinado também em abril, em Monte Gordo, distrito de Camaçari, o também policial civil Agnaldo Almeida, assassinado numa tentativa de assalto a ônibus no dia 21 de agosto, na BR-324, e o agente da Polícia Federal Wilson Teixeira Queiroz, num assalto na rodoviária de Juazeiro, em fevereiro.
Operação em sítio
O policial militar baleado na noite desta quinta-feira (1º), no Santo Antônio, havia participado de uma operação que apreendeu 66 quilos de crack e 6 quilos de cocaína, em agosto de 2013, num sítio que funcionava como laboratório de refino de drogas em Fazenda Cassange.
Na ocasião, três pessoas foram presas: Vanderlei Lopes dos Santos, Murilo Rodrigues da Silva, o Japa - apontado como químico do grupo - e Diógenes Souza Costa, o Moica, que revendia a droga.(Correio)

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