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SAJ: Presidente do conselho tutelar, fala sobre novo caso de violĂȘncia sexual contra adolescente no municipio

Na manhĂŁ desta terça feira (18), o presidente do Conselho tutelar em Santo Antonio de Jesus, Lucas Santos, entrevistado por uma emissora de rĂĄdio, falou sobre o caso de abuso sexual contra uma adolescente no municĂ­pio e a interferĂȘncia do Conselho no caso. De acordo com o presidente, o ĂłrgĂŁo tomou conhecimento atravĂ©s de denĂșncias vindas da escola da jovem que posteriormente foi levada atĂ© a delegacia onde realizou os exames de corpo de delito e boletim de ocorrĂȘncia, “o processo estĂĄ correndo, o CREAS (Centro Especializado de AssistĂȘncia Social) estĂĄ dando apoio psicolĂłgico para a menor e para a mĂŁe. Infelizmente Ă© um dado que aumenta constantemente em nosso municĂ­pio”, declarou. 
Entenda o caso: Segundo Lucas, a jovem chegou atĂ© a escola onde estuda e relatou o que havia acontecido, “na noite anterior, a jovem andava pela rua quando foi abordada por outra pessoa, em seguida ocorreu este ato lamentĂĄvel com a jovem”, afirmou. Ainda de acordo o Conselheiro, o caso ainda nĂŁo estĂĄ concluĂ­do, a PolĂ­cia Civil estĂĄ fazendo a averiguação da situação e o Conselho Tutelar, no que tange a medicação e acompanhamento psicolĂłgico estĂĄ fazendo o seu papel, "nosso dever agora Ă© resguardar a identidade dessa jovem para que nĂŁo venha a pĂșblico, par que no futuro nĂŁo haja danos e sequelas. É um trabalho minucioso que fazemos dia apos dia, mas sĂŁo tambĂ©m pequenos avanços realizados pelo CREAS e o Conselho para que possamos fazer a reintegração desta jovem o mais breve possivel.
Outro caso: É de conhecimento do Conselho Tutelar, que recentemente, um adolescente foi para a escola armado. De acordo com Lucas Santos, apĂłs ocorrido, os pais do jovem foram chamados para uma conversa para que os conselheiros entendam a realidade vivida pela famĂ­lia, "Ă© uma sĂ©rie de situaçÔes, atualmente vivemos em nosso mundo com a prĂĄtica do bulling, mas nĂŁo justifica o adolescente levar  uma arma branca para a escola para se defender. A criança estava sendo vitima, e a escola tinha o conhecimento, por isto estava trabalhando de forma coletiva. NĂłs jĂĄ estamos tratando do caso para que a vĂ­tima e o agressor, possam estar em um processo de conscientização", concluiu.

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