Para Renato Rezende, advogado da família de Jaqueline, o laudo já demonstra que houve pelo menos "imperícia, negligência, imprudência com grave erro médico". O marido dela contou ao G1 que não houve providências em relação ao que estava acontecendo. Jaqueline ficou 12 horas na clínica até ser transferida para uma emergência, onde morreu horas depois. "As pessoas ligavam umas para as outras. Eu, totalmente leigo, só olhava e confiava que tava tudo bem", diz Valderi Brito. Jaqueline deixa uma filha de 1 ano.
Segundo ele, os exames da mulher estavam em dia. O médico Lucas Seixas foi questionado pela família sobre possíveis erros durante o procedimento, mas ele disse apenas que a paciente não expelia o gás injetado. Ele não foi encontrado para comentar o caso.
A 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) investiga o caso, que também é acompanhado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM-DF).

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