Desaparecida há 13 dias, a Polícia Civil descobriu que Rayanne Christini, de 22 anos, grávida de sete meses, e o bebê estão mortos. Ela foi sequestrada no último dia 13, após sair de casa para buscar o enxoval da criança oferecido por Thainá Silva Pinto, 21. Os corpos foram encontrados carbonizados em uma casa em Magé, na Baixada Fluminense. Na residência havia muitas marcas de sangue, e a polícia acredita que lá tenham tentado fazer o parto da jovem. Thainá e o marido dela estão presos acusados do crime.
Segundo as investigações da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), ela e o marido tramaram o crime para ficar com o bebê. De acordo com a Polícia Civil, Rayanne foi lavada para a casa onde foi morta por um grupo de homens. Entre eles, haveria um enfermeiro. Todos estão com a prisão pedida, mas estão foragidos. Eles vão responder por duplo homicídio e ocultação de cadáver.
Os corpos estão no Instituto Médico-Legal (IML) e serão submetidos a exame de DNA. Rayanne participava de um grupo das redes sociais para ganhar doações e foi assim que conheceu Thianá. As duas se encontraram na Central do Brasil onde a vítima foi vista pela última vez. Câmeras de segurança do local flagraram o exato momento em que elas embarcaram em um trem com destino à Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A família da vítima não sabia que ela havia saído para buscar o enxoval. Ela falou apenas para uma amiga que chegou a alertá-la sobre o perigo de se encontrar com uma pessoa desconhecida. Rayanne e Thainá foram reconhecidas por parentes nas imagens. A vítima deixa uma filha de 3 anos. A Comissão de Direitos Humanos da Alerj vai oferecer acompanhamento psicológico à família. Fonte/Foto: Jornal O Dia.

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