Além disso, o prefeito informou que vai até Brasília solicitar a liberação de unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida que estejam vazias para que as pessoas que estão desabrigadas possam morar.
“O decreto de emergência é devido o volume de chuvas dos dias 23 a 26 de janeiro de 2020. Foram os dias que choveu e as consequências das chuvas permanecem até hoje e tenho que ser honesto com os dias. Caso volte a chover, eu apresento um decreto acrescentando outro dia e as perdas ocasionadas”, disse Colbert Martins.
Segundo ele, cerca de 25 famílias tiveram casas com problemas grandes e a prefeitura está oferecendo aluguel social, enxovais e alimentos. Outras cerca de 50 famílias, conforme informou, tiveram perdas de eletrodomésticos, além disso, algumas casas estão rachadas e úmidas e não apresentam condições de se morar.
“Estamos oferecendo o máximo possível para evitarmos qualquer tipo de dano maior. Essas famílias estão em casas de outras pessoas, todas já receberam a visita da nossa assistência social e também da defesa civil. Se a gente não conseguiu identificar alguém, peço que essas pessoas entrem em contato através do 156, que a gente está pronto para ajudar da melhor forma possível”, destacou.
Minha Casa, Minha Vida
Minha Casa, Minha Vida
Sobre a possibilidade de disponibilizar unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida que estão vazias para famílias que estão desabrigadas devido aos estragos causados pela chuva, Colbert Martins disse que a prefeitura está fazendo uma relação com a defesa civil de todas as casas que tiveram problemas e as que estão em cima de áreas de drenagem.
“Com essa relação vamos procurar a Caixa Econômica Federal e propor que se existem apartamentos ou casas que não estão sendo ocupadas, que a Caixa possa ceder em razão das perdas que as pessoas tiveram. Vamos nos dirigir a Brasília para isso”, afirmou. (Acorda Cidade)
