Patrícia relata que só percebeu o assédio na hora de pagar a conta. Nos itens consumidos por ela, destacados na comanda, também veio a descrição feita pelos funcionários. “Na hora eu fiquei tão sem ação que o primeiro momento foi de me esconder ou calar. Acabei de sair de uma depressão pois perdi meu filho. Aí, sai de casa para ser hostilizada”.
Ainda de acordo com Patrícia, o gerente do estabelecimento foi questionado sobre o fato e teria respondido que é comum os clientes serem descritos por funcionários por suas características físicas, mas não de uma forma abusiva. A ofensa ganhou repercussão judicial. Patrícia prestou queixa na Delegacia do Consumidor e entrou com uma ação por danos morais.
Em uma rede social, ela convocou mulheres que sofrem esse tipo de assédio para divulgar casos semelhantes. “Você não têm que se calar. O desrespeito bate a nossa porta! Não brinque. Nem ache engraçado. Podia ser com você”, disse.
Fonte: Aratu On

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