Na votação 95.6% dos trabalhadores em Educação decidiram pelo retorno apenas após a imunização completa da categoria. A pesquisa realizada pela entidade ouviu, até esta sexta, quase 17 mil profissionais em Educação.
Na última quarta-feira (14), o presidente da APLB, Rui Oliveira, já tinha afirmado que a categoria não ia retornar às salas de aula neste mês de julho (confira aqui).
Já o governador do estado, Rui Costa, informou que quem não retornar às salas, na modalidade semipresencial, terá corte salarial dos dias não trabalhados (veja aqui).
“A APLB precisa ser respeitada. Ninguém foi ouvido. É inadmissível o corte de salários. Absurda a suspensão de benefícios de alunos que estão frequentando as aulas remotas. Uma clara tentativa de desqualificar todo este trabalho remoto que está sendo feito tanto nas redes estadual, como municipais, além das universidades públicas estaduais e federais. Será que todos estes profissionais em Educação não estão trabalhando?”, enfatizou Rui Oliveira.

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