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STJD derruba liminar e jogos do Flamengo no Brasileirão não terão público

 


Após recursos de 17 clubes e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) derrubou a liminar que permitia a presença de público nos jogos do Flamengo, no Rio de Janeiro, pelo Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada na madrugada desta quinta-feira (16) pelo vice-presidente do Tribunal, Felipe Bevilacqua. 

De acordo com os sites Uol e ESPN, a suspensão da liminar foi a solução por Bevilacqua para que a rodada 21ª rodada do Brasileirão seja realizada. No dia 28 de setembro, o conselho técnico do campeonato se reunirá para definir novos rumos sobre o retorno do público aos estádios. Enquanto alguns estados já permitem jogos de futebol com os portões abertos, outros como São Paulo, Bahia, Pernambuco e Ceará ainda não. A ideia é liberar os torcedores nas arquibancadas quando todos os locais das partidas permitirem.

 

"Diante do caráter de urgência ante a possível violação à legislação federal posta e consubstanciado nas inúmeras petições e manifestações dos autos, bem como tratando-se de matéria com escopo relevante e que traduz, em análise perfunctória, probabilidade de dano de difícil ou incerta reparação com a iminente não realização da rodada deste próximo final de semana, concedo parcialmente o efeito suspensivo ativo vindicado, para o fim de afastar parcialmente os efeitos da medida liminar concedida nestes autos até a reunião do conselho técnico, este a ser realizada no próximo dia 28 de setembro", diz um trecho do despacho de Bevilacqua.

 

A ideia dos clubes em suspender a 21ª rodada do Brasileirão foi para pressionar o STJD e a CBF após o presidente do Tribunal, Otávio Noronha, manter a liminar que permitiu o Flamengo receber 25 mil torcedores para o jogo contra o Grêmio pela Copa do Brasil, na noite desta quarta (15). Ele considerou que a entidade que controla o futebol brasileiro não era competente para definir a presença ou de público no estádio. No entanto, no documento protocolado na tarde desta quarta, a CBF argumentou que o conselho técnico tinha sim esse poder.  BN

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