Em entrevista ao Metrópoles, a dona de casa relatou momentos de angústia que a acompanham desde novembro de 2019. Naquela data, a mulher descobriu que a filha havia sido trocada na maternidade do Hospital Regional de Planaltina.
Geruza conta ter descoberto a situação após o ex-companheiro não realizar o pagamento da pensão alimentÃcia e levar a criança para realizar um teste de DNA. “Ele a buscou sem minha permissão, levou a um laboratório particular e fez o exame. Na primeira audiência de conciliação, ele já alegou que ela não era filha biológica dele e queria tirar o nome da certidão de nascimento”, explica.
Ao se submeter ao teste, a dona de casa, que trabalha vendendo lanches em um terminal rodoviário no Plano Piloto, teve uma surpresa ainda maior: o resultado mostrou que ela não era mãe biológica da garota. “Fiquei desesperada como mãe e, como mulher, tinha certeza de que ele era o pai”, declara.
Foi, então, que iniciou-se uma batalha judicial e emocional. “É uma coisa que mexe com toda a famÃlia. Estou em depressão, são várias noites sem dormir, porque fico me perguntando o que aconteceu com minha filha biológica”, releva Geruza. Reportagem Metrópoles
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