| Foto: Reprodução / O Globo |
Os militares respondem ao processo em liberdade enquanto aguardam o julgamento, já adiado por três vezes. Conforme divulgou o portal UOL, em 2019 os militares foram denunciados por homicídio qualificado, tentativa de homicídio e omissão de socorro.
No dia do homicídio, o músico estava a caminho de um chá de bebê quando passou por patrulha na região da Vila Militar em Guadalupe, na zona norte da cidade, onde foi atingido pelos tiros. A denúncia contabilizou 257 tiros de fuzil de pistola.
No carro da vítima também estavam a esposa dele, o filho e o sogro. Evaldo morreu no local. De acordo com a Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro, não houve ordem para o carro parar e não havia posto de bloqueio ou blitz na estrada. O catador Luciano Macedo, que passava a pé pelo local, também foi atingido e morreu dias depois. (BahiaNotícias)
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