De acordo com as primeiras informações, o pai de Amariah foi até a creche para buscar a menina, por volta de 16h50 dessa quarta-feira (20/10). A criança já havia sido levada por funcionários do estabelecimento à unidade de saúde após supostamente se engasgar, quando era alimentada.
Investigadores que trabalham no caso ouvirão os funcionários da creche que estavam no local quando a criança começou a passar mal. A suspeita dos médicos que atenderam Amariah é que ela tenha morrido vítima de asfixia.
As linhas de investigação seguidas pela PCDF são a de possível morte natural em decorrência do engasgo, homicídio culposo por negligência no cuidado e atendimento à criança que passava mal ou homicídio com dolo eventual, por assumir o risco ao favorecer a ocorrência.
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