Segundo Arjones, o tiro disparado foi acidental. “Ele disse que [os dois] estavam tendo uma discussão de casal quando ela teria pegado a arma. Ele foi tentar tirar da mão dela e, no momento da confusão, a arma disparou”, explica o advogado.
O casal namorava há cerca de dois anos. Na briga, ainda segundo o advogado, o rapaz também foi ferido, mas não por arma de fogo. Ele não especificou o tipo de arma que teria lesionado o cliente. José Luiz tem porte de arma e, segundo o advogado, ela está legalizada.
“Ele a levou para o HGE no carro da irmã dele. O pessoal pediu para ele estacionar o carro e, como estava de bermuda e sem documentos, foi para a casa da irmã. A polÃcia chegou lá no momento em que ele estava tomando banho para ir se apresentar na delegacia”, disse.
Segundo a assessoria do IML, o corpo de Kesia Stefany da Silva Ribeiro foi liberado para o cemitério João Batista, em Feira de Santana.
“Na emergência, os policiais militares souberam que a vÃtima não resistiu aos ferimentos e realizaram buscas na região à procura do indivÃduo, mas constataram que ele já não mais se encontrava no local”, diz a nota da PM.
Em seguida, policiais da 13ª Companhia Independente localizaram o suspeito escondido na casa de um parente, no bairro da Pituba. O homem foi preso e apresentado ao Departamento de HomicÃdios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Em denúncia feita à polÃcia, ainda durante a madrugada, moradores contaram ter visualizado um homem arrastando uma mulher desacordada pelos corredores, deixando um rastro de sangue no caminho. Antes disso, houve disparos de arma de fogo no local, ainda conforme relatos de testemunhas feitos pouco antes da 4h.
No inÃcio da manhã deste domingo (17), logo após a madrugada do crime, moradores do condomÃnio Terrazzo Rio Vermelho que saÃram para caminhar ou passear com o cachorro disseram ao CORREIO não terem ouvido nenhum barulho de disparo ou gritos com pedidos de socorro.
No Terrazzo, funcionários confirmaram que algo estranho aconteceu durante a madrugada, mas foram orientados a não comentar nada sobre o caso.
Sob anonimato, uma moradora contou que, pela manhã, ainda havia marcas de sangue perto do elevador. Correio
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