"Temos a motivação alegada se coadunando [coincidindo] com a dinĆ¢mica dos fatos que, ao haver contato do assassino com a vĆtima, ela teria se desesperado e por isso foi silenciada a golpes de faca", declarou o secretĆ”rio.
Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (12), no Recife, Humberto Freire falou sobre a demora em apontar um autor para o assassinato, que ocorreu no ColƩgio Nossa Senhora Auxiliadora, segundo o G1.
Na última terça-feira (11), seis anos, um mês e um dia depois do caso, a SDS disse que identificou o morador de rua Marcelo da Silva como o assassino de Beatriz. Ele foi indiciado pelo crime no mesmo dia.
O anúncio da autoria do crime ocorreu somente 15 dias depois que os pais de Beatriz percorreram durante 23 dias mais de 700 quilÓmetros a pé, entre Petrolina e o Recife, para pedir justiça.
Após a identificação e confissão do suspeito do assassinato de menina Beatriz Angélica Mota, a mãe da menina, Lucinha Mota realizou uma live em uma rede social. Para ela, o crime ainda precisa de respostas para ser considerado elucidado.
"No inquĆ©rito de Beatriz, nĆ£o cabe um inocente. NĆ£o cabe. Aqui no inquĆ©rito de Beatriz só cabe os culpados. Se foi feito exame de DNA, se deu positivo, tem outros elementos que precisam ser confirmados, principalmente a motivação do crime, porque nĆ£o vem a polĆcia dizer que ele Ć© um doido que estava no meio da rua e entrou no colĆ©gio, nĆ£o. NĆ£o venham.
Não venham com esse argumento porque comigo não cola, não. Ninguém entra no colégio Auxiliadora sem ser conduzido por alguém, principalmente para entrar naquelas salas ali. O DNA por si só não é suficiente", disse. BN
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