O projeto, aprovado pelo Congresso Nacional, disponibiliza um crédito de R$ 7,3 bilhões que será destinado ao Ministério da Saúde, responsável por repassar os recursos aos estados e municípios.
Anteriormente, a lei que estabelecia os pisos salariais para essas categorias foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, a falta de definição sobre a fonte dos recursos levou a sua suspensão por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto fixou em R$ 4.750 o piso nacional de enfermeiros dos setores público e privado, valor que serve de referência para o cálculo do mínimo salarial de técnicos de enfermagem (70%), auxiliares de enfermagem (50%) e parteiras (50%). Veja os valores:
- Enfermeiros: R$ 4.750
- Técnicos de enfermagem: R$ 3.325
- Auxiliares de enfermagem: R$ 2.375
- Parteiras: R$ 2.375
Após o Congresso aprovar a abertura do crédito, a Confederação Nacional de Municípios (CNM), em nota, informou que os R$ 7,3 bilhões não é suficiente para bancar os pisos das categorias.

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