O incidente ocorreu na última sexta-feira (30 de junho) no Colégio Franciscano Nossa Senhora do Carmo.
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| Delegado: Mário César Leal Júnior |
Segundo o boletim de ocorrência, o delegado Mário César Leal Júnior relatou que o professor teria dito que “soltaria fogos de artifÃcio” quando o filho saÃsse da escola, além de fazer acusações de nazismo, racismo, xenofobia e gordofobia contra o aluno. O caso foi registrado na PolÃcia Civil como injúria.
No entanto, o educador Gabriel Rossi afirmou que nunca chamou o estudante de nazista, embora tenha confirmado que comemoraria a saÃda do aluno da escola, considerando seu comportamento problemático.
“Eu já tinha visto ele fazer comentários de cunho preconceituoso, machista, homofóbico, gordofóbico com os professores e que todas essas coisas somavam à visão que eu tinha de comentários detestáveis que ele fazia, inclusive eu disse para ele que em alguns momentos o vi fazer brincadeiras de cunho nazista. Mas eu sei que o menino não é nazista”, contou Gabriel ao blog de Andréia Sadi, no portal G1.
A PF está investigando o ocorrido para esclarecer os fatos e apurar a conduta do delegado. A agressão fÃsica e as ameaças alegadas pelo professor serão objeto de análise durante as investigações. É importante destacar que qualquer tipo de agressão, ameaça ou violência é condenável e deve ser devidamente investigado e responsabilizado.
O professor relembra que ele e o adolescente tiveram uma conversa particular depois de o aluno chamá-lo de “calvo”, mas nega qualquer tipo de discussão ou menção polÃtica. No mesmo dia, já na saÃda da escola, o profissional conta que foi abordado pelo delegado.
“Ele começou a gritar que ele era delegado e que eu estava preso. Apertou o meu braço e puxou, eu tentei sair e foi quando ele me enforcou, me jogou contra o carro dele e aà ele puxou a pistola e apontou na minha cara”, relatou.


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