O imóvel, que possui cinco andares, abrange uma área de 46,8 mil metros quadrados e pode acomodar até 20 mil pessoas, está penhorado em pelo menos duas ações judiciais. O leilão do templo está marcado para outubro, com um lance inicial estabelecido em R$ 38,5 milhões.
A mais avançada é uma ação de despejo, relacionada ao não pagamento de aluguel e contas em relação a outra propriedade, conforme detalhado no processo.
Embora a Igreja Mundial do Poder de Deus tenha interposto um recurso alegando que o templo vale muito mais do que a dívida acumulada, o juiz Augusto Rachid Reis Bittencourt Silva, da 1.ª Vara de São Joaquim da Barra, determinou a realização do leilão.
De acordo com o Estadão, este mesmo imóvel também está na mira da Justiça para quitar uma dívida de R$ 70 mil relacionada a honorários advocatícios. O juiz Diogo Volpe Gonçalves Soares, da 3.ª Vara de Ubatuba, no litoral Norte de São Paulo, chegou a ordenar a penhora de 10% da arrecadação do dízimo da congregação para quitar o valor.
A igreja também recorreu no âmbito deste processo, buscando manter a propriedade, porém, o pedido foi rejeitado pelo juiz.

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