Mateus era vendedor de produtos de limpeza e morava em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Segundo a família do jovem, ele gostava de ir para os bailes de Paraisópolis às vezes para se divertir.
A festa reunia cerca de cinco mil pessoas, quando os policiais chegaram em uma perseguição, de acordo com relato da corporação, e encurralaram os frequentadores.
“Ele vendia produto de limpeza em caminhão, pagava o aluguel da casinha dele e volta e meia ia ver a gente ou a gente ia lá ver ele. Era um menino tranquilo, se fosse menino errado eu não ia negar”, afirmou ao jornal Agora a cunhada de Mateus, Sílvia Ferreira Gonçalvez.
O corpo de Mateus será encaminhado para sepultamente na cidade de Maracás, interior da Bahia, onde os pais dele moram.
O rapaz se mudou da Bahia para São Paulo há cerca de cinco anos melhores oportunidades. “O que a polícia fez foi errado. Não é assim que tem que entrar nos lugares. A irmã dele está grávida e a mãe dele é cadeirante”, diz a cunhada.
(Metro1)
