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| Foto: Divulgação |
A denúncia aponta que a associação criminosa, composta pelos denunciados Adriano Muniz Decia, Catiucia de Souza Dias, Rafael Ângelo Eloi Decia e Ivan Carlos Castro do Carmo, surgiu para praticar crimes de cartel, falsidade ideológica, fraude em licitações e lavagem de capitais. É a terceira da Operação Cartel Forte, deflagrada no dia 10 de fevereiro de 2021, com coordenação do Gaeco.
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), que coordena a operação, ainda afirmou que os créditos utilizados em operação financeira para remunerar as cotas dos empresários do cartel vinham de um elaborado mecanismo de lavagem de dinheiro. A estratégia utilizava um “stand” de eletrônicos situado na 25 de março, em São Paulo, onde foram movimentados mais de R$ 80 milhões em dois meses. (Trbn)

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