"Infelizmente, esse ano não teve o final desejado. Nós trabalhamos, procuramos fazer o melhor e infelizmente as coisas não aconteceram do jeito que a gente havia planejado. Não somos profissional de largar o barco. Aceitamos o convite da direção para seguir firme e forte na condição de poder, como já fizemos em outros momentos com outros clubes e com o próprio Bahia, colocar o Bahia no lugar de onde nunca deveria ter saído", afirmou.
Guto continuou o discurso convocando os associados para ajudar o clube baiano a se recuperar financeiramente. Ele destacou a queda de receita com o rebaixamento à Série B.
"Para isso, mais do que nunca, você associado é fundamental. Vocês fizeram a diferença e permitiram que a gente pudesse sonhar até a última rodada. Em outros momentos vocês foram o fator decisivo. Agora nesse momento, onde com certeza, terá uma queda substancial de recursos e um clube que já vem oneroso com a pandemia, mais do que nunca é peça fundamental para estar ao nosso lado em todos os momentos, para que a gente possa junto, retornar ao nosso lugar no topo do futebol brasileiro", convocou.
Na sua primeira passagem, Guto Ferreira comandou o Bahia em 2016 na campanha de acesso à Série A. Ele também alcançou o mesmo objetivo dirigindo a Ponte Preta em 2014 e o Sport em 2019. Além disso, em 2017, ele esteve à frente do Inter durante boa parte da Série B, mas deixou o clube pouco da confirmação do retorno à elite.
Guto Ferreira retornou ao Bahia no início de outubro com a missão de escapar do rebaixamento, mas obteve sucesso. Ele comandou o Tricolor em 15 jogos, ganhando, perdendo e empatando cinco vezes de cada. BN
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