| Foto: Reprodução/TVBahia |
Liderado pelo coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Antonio Hiller, o grupo, inicialmente, visitou ou estabeleceu contato com as cidades de Jucuruçu, Medeiros Neto, Itamaraju, Teixeira de Freitas, Vereda, Prado, Guaratinga, Eunápolis e Macarani. Para essas localidades, as prioridades são os planos de trabalho de assistência humanitária e de limpeza. A Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) também está se deslocando para a região para fortalecer as ações de saúde.
Com 65 mil habitantes, Itamaraju foi o municÃpio que registrou as três mortes. Além disso, um casal de pescadores está desaparecido, 180 pessoas estão desabrigadas e 300, desalojadas.
A cidade de Teixeira de Freitas, que conta com uma população de 160 mil habitantes, está quase toda alagada e o asfalto cedeu em algumas ruas. Seis casas desabaram, deixando uma pessoa ferida, e ainda há ameaça de mais desabamentos.
Nesta sexta-feira, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, faz um sobrevoo para verificar os estragos em Teixeira de Freitas e se reúne com o prefeito da cidade, Marcelo Belitardo, para oferecer apoio do Governo Federal nas ações de resposta ao desastre.
Já em Jucuruçu, que tem 10,9 mil habitantes, o problema é a falta de acesso a diversas comunidades do municÃpio. Também há relatos de pessoas desaparecidas e desabrigadas.
Em Medeiros Neto, a situação é a mesma. Cerca de mil dos 24 mil habitantes estão desalojados. Além disso, quatro casas desabaram, o rio da cidade continua subindo e uma represa corre risco de romper e desaguar no rio Alcobaça.
Na cidade de Guaratinga, a chuva afetou 2,4 quilômetros de estrada de terra e isolou povoados. Com 20 mil habitantes, o municÃpio já destinou escolas para abrigar, até o momento, 23 famÃlias.
Em Vereda, que tem 6,5 mil habitantes, a prefeitura está retirando quem mora à s margens no rio da cidade e, em Eunápolis, 92 famÃlias também estão sendo resgatadas em razão do risco de deslizamento próximo à s residências.
Já em Prado, o principal problema é o isolamento de dez comunidades depois que seis pontes e estradas da região ficaram completamente destruÃdas. Neste momento, não há acesso ao local, tendo em vista que o deslocamento terrestre é inexistente e o aéreo, com helicóptero estadual, é inviável em virtude das condições de voo. O mesmo ocorreu em Macarani, que está com três pontes destruÃdas e outras interditadas, além de muitas pessoas desabrigadas e desalojadas.
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