Segundo a Veja, na ocasião, o PM perdeu parte da perna esquerda em um atentado a bomba em seu carro. Durante a entrevista, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, o interno número 33 do Presídio Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para onde foi transferido em dezembro de 2020, alega inocência – como era previsível.
Lessa ainda põe a culpa do crime, que completa no próximo dia 14 quatro anos sem um desfecho, em um morto.No caso, o ex-capitão Adriano da Nóbrega, alvejado pela polícia da Bahia há dois anos, que comandava o chamado Escritório do Crime – grupo de milicianos e matadores de aluguel que atua na capital fluminense. O PM reformado ainda tenta refutar uma das provas mais contundentes, que constam na denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro.
Alega que a pesquisa por silenciador da submetralhadora HK MP5, que segundo a polícia foi utilizada no crime, na verdade, era por peças – outra coincidência, na versão dele – para uma réplica do armamento, só que calibre 22. Para o MP fluminense há elementos suficientes para uma possível condenação.
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