A mulher procurou o Conselho Tutelar que levou a adolescente para fazer exames, comprovando a gravidez. Ainda segundo informações, com a fuga, o acusado violou uma medida condicional, já que estava detido em regime semiaberto desde 2020.
O fato ocorreu após o guarda cometer "atos libidinosos" contra um sobrinho, da mesma idade da menina. Ao Conselho Tutelar, a adolescente contou que era estuprada desde janeiro, e que o guarda a ameaça, inclusive com armas, para que ela não contasse à família.
Outras três jovens, amigas da menina, também teriam sido estupradas pelo acusado. Ainda sobre o caso, os crimes eram cometidos na casa de uma mulher, identificada apenas como "Maria de Lurdes", que recebia pagamentos do guarda para permitir os abusos. BN

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