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| Imagens: Tino Alves |
Ao repórter Tino Alves da Rádio Andaiá FM, a moradora Remilda Mendes relatou que depois que foi derrubado o muro para fazer o canal na rua, algumas resistências ficaram expostas, sem proteção.
“Com essa violência que a gente vive, estamos mais exposto ainda. O muro é uma proteção, mas sem é pior”, disse.
De acordo com ela, os fiscais da obra informaram que estão fazendo a licitação para colocar o tampão e fechar as manilhas, para depois levantar o muro.
“A obra está bem feita. O problema é ficar sem muro no fundo das nossas casas. Isso já vai fazer um ano”, pontuou.
Fonte: Blog do Valente

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