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| Foto: Bahia na Web / Rádio Clube FM 92.7 |
“Nós estamos com índices extremamente favoráveis. Houve redução significativa no crime de lesão corporal e no crime contra o patrimônio. Está sendo um carnaval muito tranquilo. Nas unidades de saúde, até o momento, poucas entradas, o que reflete a junção de esforços policiais.
A Polícia Militar, a Polícia Civil, o Departamento de Polícia Técnica e o Corpo de Bombeiros estão trabalhando juntos. Uma série de medidas que foram adotadas estão fazendo a diferença, como utilização da tecnologia e a investigação policial”, disse Heloisa.
A chefe da Polícia Civil ainda falou sobre o trabalho de policiais disfarçados nos circuitos e os ganhos dessa ação. “São mais de 200 policiais trabalhando de modo velado não só nos circuitos, mas também em pontos estratégicos, como camarotes e trios elétricos, obtendo aí uma visão privilegiada dos circuitos e acionando as nossas equipes em campo, passando informações para a Polícia Civil e para a Polícia Militar.
Este ano, nós focamos muito na questão da inteligência policial, trabalhando não só com as informações que a gente recebe nos circuitos, mas com as informações que nós obtemos através das outras medidas e de outros sistemas que dispomos.
Então, nós monitoramos os grupos criminosos: possíveis vindas aos circuitos, locais onde eles estão. Tudo isso é compartilhado com a PM, o que está trazendo eficiência nos dados”, explicou.
No carnaval de 2023, equipes das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) da Polícia Civil estão nas ruas com a campanha “Não se Cale”, com o objetivo de estimular as denúncias por parte das mulheres que sofrerem assédio durante a festa momesca.
“É um carnaval que representa para a gente um avanço. A Polícia Civil encampou uma campanha muito importante: “Não se cale”, através da distribuição de fitinhas, que não são do Senhor do Bonfim, mas com indicativo de não se cale, denuncie através do 181.
Ainda teve a colocação de postos de atendimento à mulher nos circuitos. Nós trabalhamos com dois viés: conscientização, para que o homem não faça nenhum ato de importunação, e a retaguarda de atendimento, caso seja necessário. Isso é uma construção, uma evolução”, acrescentou. BN

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