“A autorização de uso emergencial é um mecanismo que pode facilitar a disponibilização e o uso das vacinas contra Covid-19, ainda que não tenham sido avaliadas sob o crivo do registro, desde que cumpram com os requisitos mínimos de segurança, qualidade e eficácia”, disse Alessandra Bastos Soares, diretora da Anvisa.
Na última semana, a agência já havia definido as regras para esse uso emergencial. Entre os critérios, estão resultados provisórios das pesquisas e estudos clínicos a partir da fase 3 que precisam estar acontecendo no Brasil.
Essa decisão abre caminho para um potencial uso emergencial das candidatas da AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, da Janssen (Johnson & Johnson’s) e da Coronavac.
As imunizações aprovadas nesse sistema deverão ser usadas em programas públicos de vacinação coordenados pelo Ministério da Saúde e, provavelmente, não serão para aplicação ampla à população.
A Anvisa informou que nenhuma empresa solicitou o uso emergencial ou registro de vacina contra Covid-19 no Brasil até o momento.
Com informações da Reuters

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