“Tudo pronto pra amanhã”, escreveu ela, na legenda da imagem. “Mais fácil fazer um massacre nessa merda de escola pra todo mundo morrer”, escreveu a adolescente, em um grupo de WhatsApp.
Conforme divulgou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, após saber das ameaças a diretoria da escola ligou para a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), na manhã de quinta-feira (17), dizendo que estava com muito medo da adolescente provocar o massacre ao chegar à escola à tarde, período em que estuda.

Foto: Reprodução / Metrópoles
O delegado Rodrigo do Carmo Godinho, responsável pelo caso, disse ao Metrópoles que a equipe de policiais foi à casa da adolescente assim que recebeu a informação da escola, mas não a encontrou no local. Em seguida, tentou falar com ela por telefone, mas não atendeu.
“Conversamos com familiares e descobrimos que ela estava na casa de um namorado. Ao chegar lá, ela já estava vestida para ir para a aula, mas não encontramos nenhum vestígio de arma de fogo [na mochila]”, afirmou o delegado. Em seguida, de acordo com Godinho, o namorado dela, de 27, autorizou a equipe de polícia a fazer buscas na casa, onde também não foi encontrado o fuzil.
“Conversando com a adolescente, ela disse que era até coisa comum que acontecia, o que não procede. Depois, ela disse que fez aquilo por brincadeira, e perguntamos se tem rival na escola, mas ela garantiu que não. Foi uma maneira de ela provocar alvoroço”, disse o delegado.
O delegado disse ainda que a adolescente informou que encontrou na internet a imagem do fuzil dentro da mochila e a publicou, em seguida, n o grupo da escola. No entanto, a polícia continua com as investigações para saber se a informação dela é verdade, ou não.
“A gente vai verificar se a arma não existe mesmo. Ela disse que pegou encarte na internet, mas não teve provocação por parte de outras pessoas. Mesmo assim, ela colocou a imagem da foto com fuzil e disse que iria provocar o massacre”, disse o delegado. BN
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